13 de janeiro de 2017

Resenha: Pensei Que Fosse Verdade - Huntley Fitzpatrick

Título: Pensei Que Fosse Verdade (What I Thought Was True)
Autor: Huntley Fitzpatrick
Editora: Valentina
Ano: 2016
Páginas: 336
Livro cedido pela editora para leitura
A ilha de Seashell, onde passei minha vida inteira, é tudo isso e muito mais. No entanto, a única coisa que eu quero é ir embora daqui.
Gwen Castle nunca quis tanto dizer adeus à sua ilha natal quanto agora: o verão em que o Maior Erro da Sua Vida, Cassidy Somers, aceita um emprego lá como faz-tudo. Ele é um garoto rico da cidade grande, e ela é filha de uma faxineira que trabalha para os veranistas da ilha. Gwen tem medo de que esse também venha a ser o seu destino, mas, justamente quando parece que ela nunca vai conseguir escapar do que aconteceu – ou da ilha –, o passado explode no presente, redefinindo os limites de sua vida. Emoções correm soltas e histórias secretas se desenrolam, enquanto Gwen passa um lindo e agitado verão lutando para conciliar o que pensou que fosse verdade – sobre o lugar onde vive, as pessoas que ama, e até ela mesma – com o que de fato é.
Quando a Valentina anunciou o lançamento desse livro fiquei bem ansioso para ler afinal era mais um livro da Huntley, e adoro a forma como ela escreve e suas histórias então claro que eu não podia deixar de solicitar esse livro para ler não é?

Gwen vive desde sempre em Seashell, mas a vida não é fácil para ela por morar numa ilha paradisíaca, afinal ela não faz parte da população mais abastada da ilha, população essa que em sua maioria só da as caras no verão, Gwen é mais uma Maria, essa é a forma como muitos dos residentes tratam as pessoas que trabalham para eles.

Para completar, mesmo ela tendo uma família maravilhosa ela não perfeita, seus pais são separados, o que faz com que sua mãe trabalhe feito louca, o que se estende também a própria Gwen e seu primo Nic, seu avô tenta ajudar mas ele não pode fazer muito, e seu irmão menor é bem dependente por ter problemas de saúde não identificado pelos médicos.

Em meio a tudo isso ainda tem Cass, que foi um interesse amoroso dela, porém, as coisas não correram muito bem e depois dele as coisas ficaram estranhas e Gwen acabou ficando com pessoas que não deveriam e isso não foi bom para sua imagem, mas o problema mesmo é que Cass decidiu que iria trabalhar na ilha naquele verão e os sentimentos que ela nutria por ele e pensava terem morrido ressurgem e ela não sabe se se afasta ou se entrega ao sentimento.
Você é o faz-tudo da ilha esse verão? — disparo. — Não estaria melhor... sei lá, trabalhando como gandula no Country Club?
Cass leva  dois dedos à testa, batendo uma continência irônica.
— O reprovado desse ano, às suas ordens. E eu preferiria algo que soasse menos onipresente, como faz-o-que-pode. Mas, pelo visto, não tenho escolha. Meu nome também foi mudado contra minha vontade.
— Todo mundo é José para a Sra. Partridge. A menos que seja mulher. Aí é Maria.
Como já esperado a escrita da Huntley está maravilhosa bem fluida, a história é cativante e envolvente, ainda que caminhe numa linha reta sem grandes emoções, mas vindo da Huntley eu já esperava isso, ela adora um drama e isso foi entregue de boa forma no livro, ainda que ele não tenha momentos de grande impacto.

Sem dúvidas a Gwen foi uma personagem que gostei, ela é forte e não desiste memso com todos os problemas em sua volta, eu não sabia bem o que pensado do Cass, mas logo acabei amando o personagem que sempre estava ali para ajudar a Gwen mesmo contra vontade dela.

Pensei Que Fosse Verdade é um livro muito gostosinho para se ler sem grandes pretensões, por ser leve e divertido, com todo o clima de romance e verão. A capa do livro é simplesmente linda, porém mais uma vez fiquei em dúvida entre a original e a brasileira, podem contar com um Julgando Pela Capa, a diagramação do livro está maravilhosa como sempre acontece com os livros da Valentina, não encontrei nenhum problema de revisão e a fonte do livro tem um tamanho agradável a leitura.

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