10 de maio de 2017

Resenhando Filme: Kong e a Ilha da Caveira

Título: Kong: A Ilha da Caveira (Kong: Skull Island)
Direção: Jordan Vogt-Roberts
Gênero: Aventura
Duração: 118 min. 
Lançamento: 09 de Março de 2017
1944, durante a Segunda Guerra Mundial. Dois aviões, um americano e outro japonês, são abatidos em pleno combate aéreo. Os pilotos sobrevivem, chegando a uma ilha desconhecida no Pacífico Sul. Lá eles dão continuidade à batalha, sendo surpreendidos pela aparição de um macaco gigante: Kong. Em 1973, Bill Randa (John Goodman) tenta obter junto a um político norte-americano a verba necessária para bancar uma expedição à tal ilha perdida. Ele acredita que lá existam monstros, mas precisa de provas concretas. Após obter a quantia, ele coordena uma expedição que reúne militares, liderados pelo coronel Preston Packard (Samuel L. Jackson), o rastreador James Conrad (Tom Hiddleston) e a fotógrafa Mason Weaver (Brie Larson).
King Kong é um dos seres mais míticos que já vi em minha vida, já vi vários filmes desde os mais antigos aos mais novos e com melhores efeitos, e sinceramente acho que nunca vou me cansar desse gênero de filme, e claro que não perdi a oportunidade de ir ver esse filme, que esperei muito que acontecesse, no cinema.

Um pesquisador sai em busca da equipe perfeita para uma expedição a uma ilha que por muito tempo foi desconhecida pelos homens, mas agora ela foi descoberta e se mostrar muito perigosa, principalmente por ser completamente envolvida por uma cortina de nuvens tempestuosas que podem acabar por abater tudo o que tentar ultrapassá-la.

O pesquisador consegue reunir sua equipe, alguns militares liderados pelo Coronel Preston, um rastreador e uma fotografa, e logo se inicia toda a operação para conseguir chegar ao local da ilha e logo após eles tentam atravessar a parede de tempestade que impede a entrada na ilha, e eles conseguem entrar na ilha e ilesos e logo são surpreendidos com a beleza do lugar que se manteve sempre intocado devido a não presença do homem.

Mas a calmaria termina quando a equipe começa a jogar na ilha misseis que dirão como são a atividade sísmica do solo, eles são surpreendidos pela presença de um macaco gigante que passa a contra-atacar as aeronaves que transportam as equipes e logo os que sobrevivem se veem perdidos e tendo que enfrentar os perigos da ilha enquanto buscam uma forma de conseguir sair dela e voltar para casa.

Gente eu gostei do filme sim, mas gostei porque sou bem bobo sabe e fico completamente encantado quando vejo algo que sempre gostei, porque o roteiro é bem raso sabe? Nada muito grande, além de rolar alguns vários clichês durante o filme, os personagens são mau trabalhados, entretanto a fotografia do filme é linda, os efeitos estão muito bons.

Tentaram inovar com Kong e a Ilha da Caveira, apenas não reciclando as antigas versões cinematográficas do filme, num total não foi tudo ruim, mas sem dúvidas o filme poderia ter sido melhor trabalhado, mas sinceramente eu veria o filme novamente sem problemas nenhum pois ele garante uma boa diversão.

Observações:
— A pessoa chega na casa dos outros e já chega fazendo barulho? Batia em todo mundo mesmo;
— A humanidade é realmente podre viu?!!;
— Por que o Kong sempre tem que salvar/se apaixonar pela mocinha?;
— Minha gente quanto bicho estranho tinha naquela ilha, Deus é pai;
— Por que sempre dão esses papeis de psicopatas ao Samuel?;
— Gente aquele pós crédito? Preciso muito para ontem!;
— Nath meu bem obrigado pela companhia maravilhosa de sempre!!

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