22 de maio de 2017

Resenhando Filme: A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell

Título: A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell (Ghost in the Shell)
Direção: Rupert Sanders
Gênero: Ação
Duração: 120 min. 
Lançamento: 30 de Março de 2017
Num mundo pós 2029, cérebros se fundem facilmente a computadores e a tecnologia está em todos os lugares. Motoko Kusanagi, conhecida como Major, é uma ciborgue com experiência militar que comanda um esquadrão de elite especializado em combater crimes cibernéticos.







Eu sinceramente nunca tinha ouvido falar em Ghost in the Shell, não vou mentir para vocês, entretanto quando o trailer do filme saiu fiquei ansiosíssimo para assistir o mesmo, e quando você tem Scarlett Johansson como protagonista do filme fica basicamente impossível não ficar louco para assistir ao filme né? Os filmes podem até serem ruins, mas se tiver a Scarlett com certeza vale a pena assistir.

No futuro a tecnologia está em todos os lugares, em todos os lugares mesmo, desde cidades, comunicação, e até no corpo humano, peças cibernéticas substituindo órgãos, tecidos e muito mais, entretanto havia algo que ainda não tinha acontecido, a substituição do corpo humano por um cibernético mantendo apenas o cérebro humano.

Mas isso mudou com a Major, após sofrer uma grave acidente em que apenas o seu cérebro se manteve salvo, cientistas decidem tentar com ela a experiência de um corpo ciborgue com cérebro humano, e o inesperado acontece, tudo ocorre em perfeita forma e a Major agora é um robô que literalmente pensa.

Devido a sua condição superior ela passa a comandar um equipe de elite que combate crimes cibernéticos, um novo e grande vilão aparece e ela e sua equipe devem encontra-lo antes que ele acabe machucando mais pessoas, mas algo está fora do comum e alguns erros em seus sistema andam atrapalhando a Major, mas seriam erros? Ou lembranças do passado?

UAU, apenas UAU, eu sinceramente gostei muito do filme, os efeitos estão maravilhosos, as lutas são muito bem coreografadas, a trilha sonora é ótima, houve sim o embranquecimento, mas o filme é tão bom que para mim isso passa a ser um dos detalhes, ainda que o próprio autor do mangá tenha dito que para ele isso nem era um problema afinal era uma sociedade futurística e a personagem poderia ser de qualquer cor.

A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell esse foi sim um filme maravilhoso, alguns pequenos erros mas nada muito grave, acredito que para quem é fã do mangá/anime e conseguir se desligar do embranquecimento conseguira ter uma ótima experiência com o filme.

Observações:
— Scarlett eu escolhi te venerar, que mulher;
— gente o filme é de um perfeccionismo, fiquei impressionado;
— Queria chegar a esse futuro, não queria mudar de corpo, mas queria ter partes substituídas rsrs
— Vlad, bae, obrigado pela companhia maravilhosa de sempre!!

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